sábado, 16 de fevereiro de 2013

Reforma ministerial fica para março, diz a Reuters



A repórter Ana Flor informar que a reforma ministerial ficará para o próximo mês, embora sejam planejadas desde as eleições municipais de outubro.


Como acontece após as eleições, a Presidente deseja reacomodar a base aliada nos dois anos restantes de seu mandato e. principalmente, confirmar apoios para a campanha para reeleição no próximo ano.

Existem fortes motivos para que a Presidente aguarde algumas semanas: ela espera a pacificação do PMDB na Câmara, dividido depois das disputas para a presidência da Casa e liderança do partido; quer aguardar a entrada oficial do PSD na base aliada e avançar nas negociações com lideranças descontentes do PR e PDT apartadas do governo desde a "faxina" ministerial de 201 segundo fontes próximas do Planalto.

A repórter faz uma acurada análise das dificuldades que a tarefa impõe a Presidente no sentido de acomodar todos os interesses, conciliando as divergências e antagonismos, como a atuação do PDT que vem reclamando intensamente "sobre as dificuldades de relação com Brizola Neto, inclusive a tentativa de trocar o líder do partido na Câmara".

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