quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Imagem de inseto preso em resina vence concurso de fotografia científica



A imagem de um inseto capturado por uma gota de resina foi a vencedora do concurso espanhol Fotciencia 2010, criado pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas e pela Fundação Espanhola para Ciência e Tecnologia, na Espanha.
O objetivo do concurso é aproximar a ciência e a tecnologia dos cidadãos comuns através da visão artística e estética presente nas imagens científicas.Segundo o autor Pedro Ramos, a foto registra o início de um processo que dura milhões de anos e que tem uma importância fundamental para o conhecimento de alguns seres já extintos que tiveram seu DNA preservado pelo âmbar.
Qualquer pessoa maior de idade pode participar em duas categorias: Micro, quando a dimensão do objeto é menor ou igual a 1 mm ou a foto foi tirada com microscópio, ou Geral, para os demais casos.

Medo de perder talento liga o autor ao protagonista

Ter animais é tudo de bom!
Sinto isso pelos benefícios diretos que percebo com a convivência com meus Lhasas; além disso, proporcionam surpresas, como o que ocorreu ontem.
Ao colocar jornais para os animais, encontrei a entrevista que Philip Roth, autor de "A Humilhação", publicada pela Folha de São Paulo em 22 de maio, há mais de 7 meses. . .
Como escreveu a repórter Cristina Fibe, "conhecido por espelhar os personagens em si mesmo, Roth falou sobre os amigos que perdeu, a família que nunca construiu e o "desespero terrível" que é sentir "a ausência do talento".
O livro, lançado naquela época no Brasil, completa uma série de romances curtos - quatro - da qual faz parte "A Humilhação" e que, para Roth, embora não tenham uma ligação óbvia, tem uma identidade, pois "giram em torno de uma ameaça".
Para ler a íntegra da entrevista, clique aqui.
Na foto, clicada por Gilberto Tadday da Folha Imagem, Philip Roth, autor de 'A Humilhação', em seu apartamento no Upper West Side, em Manhattan.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Gastos do governo com pagamento de juros são os maiores em dez anos



. . . e o pior é que este fato se repete ao longo dos anos: grande parte da receita - impostos escorchantes - é destinada ao pagamento dos juros da dívida. 
O quadro mostra que, no ano de 2009, foi destinado 35,57% para pagamento de juros (a amortização é ilusória, pois a dívida cresce, sempre).
A propósito, o percentual destinado à educação (2,88%) e a saúde (4,64%):  esses gastos são muito pequenos e, comparados com o pagamento dos juros, uma grave distorção.
Logo abaixo, a reportagem que foi publicada pela Folha.com






SHEILA D'AMORIM DE BRASÍLIA, 29/12/2010 - 12h29


Nos últimos dez anos, o governo nunca pagou tanto juros como em 2010. De janeiro a novembro deste ano, o gasto com encargos financeiros que incidem sobre a dívida pública somou R$ 175,8 bilhões, o maior valor desde 2001, início da série revisada do Banco Central.
No entanto, como a economia deve ter um crescimento recorde este ano, a relação dessas despesas com o PIB (Produto Interno Bruto) registra uma tendência de queda, alcançando 5,31%.
Segundo o chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, esse gasto recorde com juros se deve ao aumento da inflação. Somente o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que corrige 24,3% do total da dívida pública, incluindo títulos e operações bancárias, passou de um patamar acumulado de 3,93%, de janeiro a novembro de 2009, para 5,25% no mesmo período deste ano.
O IGP-M (Índice Geral de Preços -- Mercado) e o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) --que respectivamente indexam 4,9% e 1,1%-- também tiveram altas consideráveis.
A projeção do Banco Central para 2011 é de uma redução na carga de juros para 4,8% do PIB. Com isso, o deficit nominal deve cair dos 2,3% do PIB esperados para este ano para 1,7% do PIB. Já a dívida líquida do setor público deverá passar de 40,3% do PIB em 2010 para 37,8% do PIB.


ATÉ NOVEMBRO
O superavit primário do setor público (economia para pagar juros) acumulado de janeiro a novembro atingiu 2,74% do PIB (Produto Interno Bruto). No fluxo de 12 meses terminados em novembro, o valor é mais baixo: 2,51%.
Na prática, isso significa que dificilmente o governo Lula, no seu último ano de mandato, conseguirá cumprir a meta de economizar o equivalente a 3,1% do PIB em 2010, sem usar o artifício contábil de abater das despesas alguns gastos com investimentos.
Uma projeção feita a partir dos dados do divulgados há pouco pelo Banco Central mostra que mesmo se, em dezembro, União, Estados, municípios e estatais fizerem juntos uma economia de cerca de R$ 15 bilhões, algo próximo a 0,4% do PIB, ainda assim, a meta não deverá ser cumprida. Nesse caso, a saída será retirar da conta os gastos com obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Em novembro, a dívida líquida do setor público subiu para R$ 1,450 trilhão, o equivalente a 40,1% do PIB. O valor em comparação ao PIB foi revisado pelo Banco Central em função da divulgação, pelo IBGE, dos números referentes ao crescimento da economia até o terceiro trimestre deste ano. Como o PIB ficou maior do que o esperado, a relação que estava em torno de 41,3% do PIB caiu.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/852295-gastos-do-governo-com-pagamento-de-juros-sao-os-maiores-em-dez-anos.shtml

Afastado, representante da OEA critica ONGs e missão de paz no Haiti



FABRÍCIA PEIXOTO E BBC BRASIL EM SÃO PAULO 29/12/2010 - 09h02


Representante da OEA (Organização dos Estados Americanos) no Haiti há dois anos, o brasileiro Ricardo Seitenfus deverá ser oficialmente destituído do cargo em breve --decisão que ele mesmo interpreta como resposta a sua "postura crítica" em relação ao papel da comunidade internacional na recuperação do país caribenho.


O estopim teria sido uma entrevista ao jornal suíço Le Temps, na qual o brasileiro questiona não apenas o papel das tropas da ONU no Haiti, como também dos principais países doadores.


"A Minustah (Missão de Paz da ONU) não pode ser tratada como se fosse uma verdade divina, como se não pudesse ser objeto de reservas", disse Seitenfus em entrevista à BBC Brasil.


Devastado por um terremoto em janeiro, que deixou mais de 200 mil mortos, o Haiti enfrenta agora uma crise eleitoral: ainda não se sabe como e quando se dará o segundo turno da eleição presidencial, inicialmente marcada para meados de janeiro.


Para o brasileiro, a comunidade internacional está "decidindo" pelo governo do Haiti no processo de reconstrução e as acusações de corrupção no governo local fazem parte de um "discurso ideológico".


"Se a gente imagina que pode fazer isso (reconstruir o país) por meio da Minustah e por meio das ONGs, nós estaremos enganando os haitianos e enganando a opinião pública mundial", diz.


BBC Brasil - O senhor já foi comunicado oficialmente sobre sua destituição do cargo?
Ricardo Seitenfus - Não, ainda não. Eu tinha decidido não tirar férias agora em dezembro, para estar no Haiti nessa fase delicada da eleição. Mas o secretário-geral (José Miguel Insulza) pediu para que eu tirasse as férias. Concluo que nos dois meses, de fevereiro e de março, previstos para que eu ficasse no Haiti, não ficarei mais.
Mas esse não é o problema. O mais grave é o que está acontecendo agora: o representante da OEA não está no Haiti durante uma crise eleitoral. E eu tenho uma capacidade de diálogo com o governo haitiano que ninguém na OEA tem e que poucas pessoas da comunidade internacional têm.


O senhor está no Haiti há dois anos. Houve algum fato mais recente que o tenha levado a adotar essa postura mais crítica?
Logo após o terremoto, foi feito um trabalho excepcional. Na medida do possível, os haitianos receberam ajuda, socorros... Foi feito um mutirão internacional que foi positivo. No entanto, terminada a urgência, as coisas começaram a não funcionar como deveriam. Em março, houve uma reunião com os doadores, em Nova York, na qual foram recolhidos US$ 11 bilhões para o Haiti. Acontece que esses recursos não chegaram ao país.
Criou-se uma comissão internacional para a recuperação do Haiti que até hoje está procurando suas verdadeiras funções. Enfim, as promessas da comunidade internacional não foram cumpridas. E enquanto isso, a situação dos desabrigados continua a mesma.


Isso tudo mudou sua visão dos fatos?
Eu diria que houve uma tomada de consciência progressiva quanto às nossas limitações e, por que não dizer, de nossos fracassos no Haiti... digo, nós da comunidade internacional.
Além disso, no dia 28 de novembro, dia da eleição, foi discutido na reunião do Core Group (países doadores, OEA e Nações Unidas), algo que me pareceu simplesmente assustador. Alguns representantes sugeriram que o presidente René Preval deveria sair do país e que deveríamos pensar em um avião para isso. Eu ouvi isso e fiquei estarrecido.
O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, chegou e logo disse que não contassem com ele para qualquer solução à margem da Constituição e perguntou se o mandato do presidente Preval estava sendo negociado. E foi um silêncio na sala.
Ao meu lado estava o Albert Randim, secretário-adjunto da OEA, ou seja, eu não poderia falar, já que a OEA estava sendo representada por ele. Mas frente ao silêncio dele e dos demais, eu pedi a palavra e lembrei da existência da carta democrática interamericana e que qualquer discussão sobre o mandato do presidente Preval, para mim, seria um golpe. Me surpreendi muito com o fato de o secretário-adjunto da OEA ficar em silêncio diante da possibilidade de encurtamento do mandato de um presidente legitimamente eleito.


Mas muitos defendem um governo provisório como solução ao impasse eleitoral no país...
Eu sempre fui contrário. Um governo provisório não teria legitimidade das urnas e seria o reconhecimento do nosso fracasso. Se depois de quase sete anos (da Missão de Paz no Haiti) nós não conseguimos organizar uma transferência de poder de forma democrática, eu me pergunto como podemos fazer uma avaliação positiva da presença da comunidade internacional, que veio trazer a democracia ao país.


Então suas críticas também se estendem à missão de paz?
Depois do terremoto, a natureza dos desafios haitianos mudou completamente. Estamos diante de um dos maiores desafios... É uma aventura humana reconstruir um país com 10 milhões de habitantes e destruído por uma catástrofe natural. Temos 1,5 milhão de pessoas nas ruas, com 80% de desemprego, a epidemia de cólera.
Não podemos nos restringir aos desafios imaginados em 2004 (início da missão), mesmo erradamente, como uma questão de segurança. A situação é muito mais complicada e exige mais do que uma operação de paz.


Mas o governo brasileiro, por exemplo, tem sido contrário a mudanças no mandato da missão... A que se deve essa posição, na sua opinião?
O sistema internacional não tem instrumentos para enfrentar uma situação como a do Haiti. Temos que trocar de Conselho. Temos que tirar o assunto do Conselho de Segurança e mudá-lo para o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
E sobretudo, temos que pensar que o desenvolvimento do Haiti tem que ser feito pelos haitianos. Se a gente imagina que pode fazer isso por meio da Minustah e por meio das ONGs, nós estaremos enganando os haitianos e enganando a opinião pública mundial.


Não está se dando o espaço devido ao governo haitiano nesse processo?
Nem ao governo, nem à sociedade haitiana. O fato de ser solidário não é ser substituto de alguém, é acompanhar alguém. E nós estamos decidindo por eles. Agora estamos nos metendo no processo eleitoral. Deixem as instituições haitianas resolverem seus próprios problemas.


Mas existem acusações de corrupção envolvendo a transferência de recursos para o governo haitiano, em episódios anteriores, não? O país não tem certas limitações institucionais?
Eles têm limitações por nossa culpa. Transferimos todos os recursos via ONGs e não por meio das instituições haitianas. Sem dúvida o Estado haitiano é muito debilitado e ficou pior ainda depois do terremoto, perdendo 30% de seus quadros.
O que temos de fazer? Ter políticas de acompanhamento do Haiti que permitam que esses quadros permaneçam no país. A acusação de corrupção faz parte de um discurso ideológico. Não existe corrupção, existe percepção de corrupção. O Haiti não tem como ser corrupto porque o Estado não possui recursos.
O que se pode questionar é como se administram os recursos que as ONGs recolhem sem prestar contas a ninguém. Esta sim é a grande questão. Faço uma distinção do trabalho que foi feito na emergência, mas essa não pode ser uma política permanente de substituição do Estado pelas ONGs. O Haiti é o Haiti, não é Haitong. Nenhum país aceitaria o que os haitianos são obrigados a aceitar.


E qual o papel do Brasil nesse processo?
O Brasil tem uma responsabilidade muito grande, porque é a primeira vez que temos uma missão de paz tão longa e tão cara para nós, onde pretendemos mostrar uma forma diferenciada de atuar.
O Brasil deveria aproveitar que haverá um novo governo no Haiti e um novo governo no Brasil e fazer um balanço de seis anos e meio de Minustah. Não estou apregoando que o Brasil deva amanhã recolher suas tropas. Isso se faz depois de uma longa discussão, inclusive com o governo haitiano e com as Nações Unidas.
A não discussão é que é o grande erro. Como se a Minustah fosse uma verdade divina, uma iluminação do céu, como se não pudesse ser objeto de reservas. Tenho uma percepção de que a qualidade de uma operação de paz é inversamente proporcional ao tempo de sua duração. Quanto mais uma missão de paz se estende no tempo, menor qualidade ela tem. As boas missões de paz são as curtas missões de paz.

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/852201-afastado-representante-da-oea-critica-ongs-e-missao-de-paz-no-haiti.shtml

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

OEA afasta brasileiro do Haiti por crítica à comunidade internacional

A Folha.com, publicou neste 27/dez reportagem da Agência EFE sobre a demissão, pela OEA, do brasileiro Ricardo Seitenfus - professor de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (RS) e autor do livro O Brasil vai à Guerra -  que criticara o trabalho de recuperação do Haiti.





A seguir, a íntegra da reportagem:


A OEA (Organização dos Estados Americanos) afastou neste domingo o representante especial do grupo para o Haiti, o brasileiro Ricardo Seitenfus, após ter criticado o trabalho da comunidade internacional na ilha, devastada por um terremoto em janeiro deste ano, uma epidemia de cólera e envolta em uma crise política pelas eleições.


Além de suas responsabilidades no âmbito da OEA, Seitenfus foi o delegado do órgão, a Comissão Provisória para a Reconstrução do Haiti (CIRH). Seu mandato deveria acabar nos próximos meses.


Diplomatas da OEA disseram à agência de notícias Efe que Seitenfus foi "destituído" por causa de uma entrevista que deu ao jornal suíço "Le Temps". O brasileiro negou em entrevista a jornais que a entrevista tenha sido a causa única e alegou que o desgaste com a liderança da OEA vinha de longa data.


Na entrevista ao "Le Temps", o brasileiro questionou o papel da Minustah, a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti, que está no país desde 2004 e cujo braço militar é liderado pelo Brasil. Ele criticou ainda a política dos países em relação ao Haiti.


Seitenfus afirmou na entrevista, divulgada em 20 de dezembro, que a ONU tem "imposto a presença de suas tropas no Haiti, apesar de o país não viver uma situação de guerra civil".


"O Haiti não é uma ameaça internacional. Não estamos em situação de guerra civil. Haiti não é o Iraque ou o Afeganistão. E, mesmo assim, o Conselho de Segurança [da ONU], na ausência de alternativas, impôs os capacetes azuis desde 2004, após a saída do presidente [Jean-Bertrand Aristide]", disse o diplomata ao jornal suíço.


O diplomata brasileiro também disse na entrevista que o Haiti "na arena internacional, basicamente, paga pela sua proximidade com os Estados Unidos". "Haiti tem sido alvo de uma atenção negativa do sistema internacional. Isto se trata, para a ONU, de congelar o poder e transformar os haitianos em prisioneiros de sua própria ilha".


"Os haitianos cometeram o inaceitável em 1804 [ano da independência]: um crime de alta traição para um mundo inquieto. O Ocidente é, portanto, um mundo colonialista, escravista e racista que baseia sua riqueza na exploração das terras conquistadas. Assim, o modelo revolucionário haitiano dá medo nas grandes potências", acrescentou.


Seitenfus também analisa o papel das ONGs no Haiti, principalmente depois do terremoto de 12 de janeiro, observando que os voluntários que vieram depois do terremoto "desembarcaram no Haiti sem nenhuma experiência". "Depois do terramoto, a qualidade profissional caiu muito. Existe uma relação maléfica entre a força perversa das ONGs e o enfraquecimento do Estado haitiano".

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/851197-oea-afasta-brasileiro-do-haiti-por-critica-a-comunidade-internacional.shtml

domingo, 19 de dezembro de 2010

Semeador de Estrelas






Olhando assim não se percebe, pois o efeito da luz faz toda a diferença, por isso à noite. . .

é que se vê a beleza da arte.

Pesquisando na net descobri que as estrelas são um grafitti, arte urbana e que a Estátua, que se localiza em Kaunas, na Lituânia, tem o nome original "O Semeador" e retrata um fazendeiro.

O vídeo disponível no Youtube, mostra o planejamento (brainstorm) do artista 
para fazer a composição adequada com a sombra da estátua.

Morfai, o artista que elaborou a composição, mantém um blog com suas interessantes criações. Clique aqui e veja: arte de rua, arte convencional, wallpaper e muita coisa criativa.

Para conhecer

a Folha online publicou interessante infográfico com número dos 8 anos do governo Lula, disponível em http://www1.folha.uol.com.br/poder/847573-oito-anos-em-numeros-um-balanco-do-governo-lula.shtml

sábado, 18 de dezembro de 2010

Resgate

Fiz meu primeiro resgate nesta tarde!
Encontrei uma cachorra de cor caramelo, muito bonita e bem cuidada, com a perna traseira esquerda quebrada - provavelmente, resultado de um atropelamento.
O animal, extremamente dócil, não reagiu ao contato, nem quando o tomei no colo e coloquei no carro: em momento algum esboçou qualquer: pareceu-me consciente de tudo o que estava acontecendo. . .
A Dra. Graziele atendeu prontamente e constatou que o fêmur está fraturado, daí a maneira bamba que a perna se movimenta: a cadela, cujo nome agora é Bela, está se apoiando em 3 patas, apenas.
Após medicada, a Bela está em repouso para ser operada na segunda-feira: para recuperar o fêmur será necessária a colocação de um pino.
Após sua recuperação, caso não encontre seus donos, será necessário encontrar um novo lar para a Bela. Vou providenciar uma foto para postar aqui.
Estou feliz por ter vivido este momento ímpar! 

A tecnologia com o foco no futuro


O Portal da ALPHA FM apresenta reportagem sobre designers inovadores na área de tecnologia; embora existam muitas publicações especializadas, esta reportagem é interessante para quem, como eu, é leigo no assunto. Clique aqui e leia na íntegra.
Abaixo, o relógio da fertilidade criado pelo designer Andy Kurovets.