domingo, 22 de junho de 2008

O amor está conosco, sempre!

Este texto, sem título, é muito legal! O autor só não disse que nosso amor amadurece, muda de jeito, mas continua para sempre, independentemente de querermos ou não, se transforma, ganha vida própria, não conseguimos afastá-lo, o amor está conosco, sempre! ........ "Você já desejou alguém tão fortemente que abalou sua vida? Já se apaixonou tão absurdamente que não pensava em nada mais, não tirava aquilo da cabeça, não conseguia visualizar um futuro, um presente, e vivia só do passado? É incrível como a gente se mobiliza por uma paixão. A paixão é o motor da vida. Nos apaixonamos muitas vezes, e cada vez é para sempre. Se a gente se decepciona, partimos para outra com um sorriso. Se a outra pessoa se decepciona, deixamos de ser o centro do universo para entrar numa escuridão que parece infinita. Mas o bom é termos essa capacidade de regenerar partes do nosso corpo que foram decepadas. Parece que perdemos o coração para sempre, mas ele volta bombando. Parece que nossa alma sumiu, mas ela se apresenta de novo com um novo suspiro. Parece que nossa capacidade de amar se esgotou, mas o inesperado faz uma surpresa e lá estamos de novo, com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo por causa da paixão, sabemos que somos únicos. É como uma impressão digital, única e intransferível. Somos únicos quando amamos. E cada pessoa que amamos, amamos de modos diferentes porque também somos imprevisíveis. Não sermos redundantes no amor é nosso passaporte para a utopia da felicidade. Que seja utopia, mas a perseguição dela é mais interessante que os amores estabelecidos como regras a serem cumpridas só porque cabem bem junto à sociedade. No amor, vale o risco, vale seguir o vento, o cheiro, o desejo. Se se arrepender de algo, não tenha vergonha de voltar atrás. É melhor ser sincero e encarar o medo, do que viver sofrendo com algo que poderia fazer e não fez por vergonha. O amor é sem vergonha. (Serginho Groismam)

Morte, insondável mistério da vida

Nestes dias partiu um parente de um colega de trabalho e, na liturgia, tive um momento de muita reflexão, um convite para olhar diferente o perdão, a partilha, o outro, encontrar um espaço para amar; desse momento, voltei a pensar no insondável mistério que é a vida construnido a morte! Essa é a consequência natural de quem vive: seja da maneira que seja vivida, acaba! Qualquer atitude que tenha para preservá-la, de nada adianta: a morte, sorrateira, chega para todos!
...................... De Dili, chega a notícia da tragédia do atendimento de saúde: sequer gaze encontraram no posto! na urgência de um acidente, encontra-se o "nada", pois foi um nada o atendimento.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Juros

Hoje voltei a fazer academia: uma hora de exercício, foi ótimo. Já a notícia confirmando a elevação da taxa Selic me deixa com um sentimento de frustração e quase uma certeza de que nosso país não vai chegar a lugar nenhum: como combater a inflação mundial com juros internos? Enfim, além de lamentar, é necessário fazer algo! e logo.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Quem sabe?

Um friozinho durante todo o dia de hoje aperta, ainda mais, a necessidade de aconchego, de carinho, de companhia, de doar-se. Duas coisas chamam minha atenção: o Villaggio Café e o voluntariado. Este um convite para partilhar, despretensiosa e gratuitamente, o pouco de tempo que sobra, criar a oportunidade de aprender a aprender. Aquele um ambiente de alegria, de saborear o melhor da música, a companhia, da conversa sem compromisso, do olho no olho, da paz construída. Quem sabe, pode vicejar algo novo nesse deserto, nessa falta de sentido? Quem sabe?

domingo, 1 de junho de 2008

Qual o sentido da vida?

Teria sentido, a vida? Em quê? Em nada? onde? quando? como superar esse vazio, essa falta de objetivo, de entendimentoo? fica o vazio, o nada; o espaço em branco, sem qualquer peça, qualquer marca. . . se fosse pensar, pensar em quê? se fosse andar, andar prá onde? se fosse fazer, fazer o quê? se fosse ensinar? ensinar? se fosse aprender, como? não tem quem ensina, não tem quem encaminha, não há companhia, só o vazio, só o fato, que fato? sem pensar, pense onde? quando? até quando. . .