quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cães nadam a procura do dono

ARAÇATUBA - Dois cães labradores procuram há dez dias pelo seu dono que morreu afogado numa lagoa de Araçatuba (SP). O casal de cães volta ao lago duas vezes por dia para nadar justamente na região onde seu dono, o vigilante Luís de Almeida, 46 anos, morreu afogado em 17 de fevereiro. Ao saírem da água, eles farejam o local onde Almeida foi colocado deitado após ser resgatado, já sem vida, pelos amigos.
Cães nadam em lago à procura de dono que morreu afogado há 10 dias  saopaulo  saopaulo
Foto: Analiete Almeida
A história de Max e Lua ganhou as redes sociais e fez os internautas se lembrarem do cão Hashiko, que ficou conhecido no Japão no início do século ao esperar pelo seu dono numa estação de trem. A história foi retratada no filme "Sempre Ao Seu Lado", lançado no País em 2009.

O lago fica a 500 metros da chácara onde Almeida e a família costumavam passar os fins de semana, no bairro Traitu, periferia de Araçatuba. "Temos a chácara há oito anos e nunca meu marido tinha ido nadar nessa lagoa", diz a cabeleireira Analiete Almeida. "Os cães também nunca tinham ido até lá, com exceção daquele domingo em que meu marido os levou para o lago para se divertir com dois amigos depois de um churrasco", diz.

Segundo ela, dois dias após a morte de Almeida, os cães abriram um buraco no alambrado de proteção da chácara para chegarem ao lago. "Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido", diz. Segundo Analiete, quem notou a mudança do comportamento dos animais foi a vizinha da chácara, Edmaura de Souza, que mora nas proximidades e fotografou os cães e postou as fotos nas redes sociais.

"Eu me surpreendi com eles e vi que eles estavam bem tristes e procurando por alguma coisa no lago e aqui na margem", contou Edmaura. "Ao ver que faziam isso todos os dias, percebi que eles nadavam na região do lago onde o dono deles se afogou e que ficavam parte do tempo cheirando o local onde o dono foi deixado depois de ser resgatado", completa.

Nesta quarta-feira, Analiete levou os cães para a casa da família, na cidade, com medo de que os animais fossem furtados depois de aparecer nas redes sociais. "A gente vem de manhã e à tarde na chácara trazer comida e cuidar deles, mas eles estavam ficando sozinhos à noite", diz. Segundo ela, os animais não estão se alimentando bem e estão tristes. "Eles têm os olhos baixos e aparentam muita tristeza", diz. Por isso, a ideia de trazê-los para a cidade é tentar que, com mais gente por perto brincando com eles, os animais possam voltar com o comportamento à normalidade.

Segundo Analiete, os cães foram adotados de uma família que se mudou de Araçatuba e não tinha como levá-los. "Eles estão com a gente há quatro meses, mas para mim e meus filhos parece que faz mais tempo", diz Analiete.


Texto disponível em http://tinyurl.com/cmqcmaj

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Tombini diz que prioridade do BC é reduzir inflação

Os repórteres ERIN MCCARTHY e BRIAN BASKIN com a colaboração de Matthew Cowley publicaram no The Wall Street Journal reportagem transcrita a seguir sobre a prioridade de ação do Banco Central do Brasil.
Foto de Wilson Dias/ABr
disponível no link
"A prioridade do Banco Central é combater a inflação e não estimular o crescimento, disse seu presidente numa entrevista dias antes da reunião do Comitê de Política Monetária para definir a taxa básica de juros, apesar das dificuldades da economia brasileira de interromper um longo ciclo de crescimento lento.

A economia do Brasil cresceu 1% em 2012, bem menos que os 7,5% de 2010. Ao mesmo tempo, a inflação anualizada bateu em 6,2% em meados de fevereiro, perto do máximo que o governo havia dito que permitiria.
Analistas dizem que a percepção de que há políticas conflitantes para estimular a economia do país e conter a inflação causou confusão no mercado e valorizou o real consideravelmente em poucos meses.

"Nossa meta é a inflação, então temos que ajustar e calibrar nossas políticas para atingir nossos objetivos", disse Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, ao The Wall Street Journal. "O crescimento não é uma meta do Banco Central."

Embora poucos economistas esperem que o BC eleve a taxa de juros, que está no mínimo histórico de 7,25% ao ano, quando Tombini e outros membros do Copom se reunirem na próxima semana, alguns dizem que o banco poderia sinalizar que está cogitando elevar os juros no futuro se a inflação continuar ameaçando.

"A inflação nos últimos meses se mostrou mais resistente do que gostaríamos", disse Tombini no sábado. "Estamos monitorando os desdobramentos atentamente."
Os mercados provavelmente verão com bons olhos qualquer sinal de que o BC está atacando a inflação, dizem os analistas.
O governo "concluiu que a percepção da credibilidade da política [econômica] estava muito baixa e começou a se esforçar para tentar resolver isso", disse David Beker, economista para o Brasil do Bank of America Marrill Lynck, em São Paulo.
Essas preocupações levaram alguns investidores estrangeiros a preferir outros mercados emergentes, inclusive o México, complicando as tentativas do Brasil de elevar o investimento a caminho da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. A bolsa brasileira caiu 3% no mês até agora, sendo que havia despencado 20,5% nos últimos 12 meses, segundo a MSCI.

"É por isso que o desempenho do Brasil está baixo", diz Kathryn Rooney Vera, estrategista de macroeconomia da Bulltick Capital Markets. "Política de risco é importante [devido ao] perigo do descontrole inflacionário e dos danos que ele pode causar."
Tombini disse que a inflação permanece teimosamente alta por causa do aumento dos preços dos alimentos no ano passado e da desvalorização acentuada do real, que caiu 10% em relação ao dólar em 2012. Ele disse que não espera que a moeda tenha o mesmo comportamento este ano. "Não vejo o mercado afetando o real da mesma forma", disse ele.

O Brasil tem estado à frente da chamada guerra cambial, em que bancos centrais do mundo todo estão tentando enfraquecer suas moedas para manter suas economias competitivas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi um dos primeiros a usar o termo, em 2010, depois da crise financeira, e o governo vem adotando controles específicos de capital para reduzir a entrada de recursos.

Mas Tombini disse que o Brasil tem problemas mais graves para resolver. "Não creio que o Brasil deva entrar nesta guerra no momento", disse.

O BC brasileiro fez intervenções no mercado para manter o câmbio na faixa de R$ 2,00 a R$ 2,10 o dólar durante boa parte do segundo semestre de 2012. A moeda brasileira, contudo, vem oscilando entre cerca de R$ 1,95 e R$ 2,14 por dólar desde dezembro, o que fez alguns investidores cogitarem que o BC estaria usando o câmbio como ferramenta de política monetária para ajudar a economia a se recuperar e para combater a inflação. Tombini disse que esta é uma ideia equivocada.
"Nada disso é a realidade", disse ele. "[A] taxa de câmbio não é um instrumento nem para combater inflação nem para promover um crescimento econômico sustentável." O BC pode intervir no mercado de câmbio para impedir uma volatilidade excessiva da moeda, acrescentou ele.

Taxas de juros baixíssimas no mundo desenvolvido e programas de compras de ativos de alguns importantes bancos centrais, inclusive o americano, resultaram numa enxurrada de liquidez nos mercados financeiros globais — provocando grandes fluxos de capital para países de juros altos, como o Brasil.

Apesar dessas iniciativas, "o crescimento [mundial] continuará lento por um tempo", disse Tombini, acrescentando, porém, que ele vê menos riscos de um choque na economia mundial.
Autoridades em todo o mundo, entretanto, terão que garantir que a reversão dessas políticas de relaxamento monetário e o enxugamento do excesso de liquidez ocorram sem problemas.
"A preocupação daqui para frente será como o mundo vai sair desta [...] nova ordem", disse ele."
 
http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323384604578324783327154730.html

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

STF decide na quarta sobre vetos presidenciais

A repórter Mariana Oliveira do G1, escreveu no portal G1, que "O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, marcou para a próxima quarta-feira (27) a análise da ação que questiona a votação em ordem cronológica dos mais de 3 mil vetos presidenciais pendentes e pede definição sobre se a não votação dos vetos tranca a pauta do Congresso Nacional.
O processo foi liberado pelo relator, ministro Luiz Fux, para o debate no plenário na noite de quinta (21). A pauta de julgamentos do plenário do Supremo da semana que vem, de responsabilidade do presidente da corte, foi divulgada na manhã desta sexta (22)".


A íntegra da reportagem está disponível no link.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Definido Relator do Projeto de Lei que reajusta servidores

O Projeto de Lei 4904/2012 que trata do reajuste salarial dos Servidores do Banco Central foi encaminhado para apreciação pelas Comissões: Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP); Finanças e Tributação (CFT) e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter conclusivo e no Regime de Tramitação de Prioridade.
 





Após cinco sessões, contadas a partir de 22/02/2013 - período em que serão aceitas Emendas ao Projeto, o Relator, Dep. Sebastião Bala Rocha (PDT-AP) da CTASP dará seu parecer.
O relatório aprovado do âmbito das Comissões será publicado e será encaminhado para ser incluído na pauta para apreciação do Plenario da Câmara.
Com a aprovação na Câmara dos Deputados, o Projeto seguirá para apreciação no Senado Federal, onde a tramitação é mais célere, pois a admissibilidade já terá sido aprovada na Cãmara baixa.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Orçamento não será votado


Governo obtém consenso da base para que votação do Orçamento aguarde STF

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 21:12

BRASÍLIA, 18 Fev (Reuters) - O governo obteve nesta segunda-feira um consenso dos líderes de sua base aliada no Congresso Nacional para que a votação do Orçamento deste ano aguarde uma manifestação do Supremo Tribunal Federal sobre a forma de análise de mais de 3 mil vetos presidenciais pelo Parlamento.

O consenso foi anunciado pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, após reunião com líderes dos principais partidos da base aliada no Palácio do Planalto na noite desta segunda-feira.

"Com relação à questão do Orçamento e dos vetos, há um consenso, uma unanimidade, de que deveremos aguardar um pronunciamento do Supremo Tribunal Federal", disse Ideli a jornalistas após o encontro.

O adiamento da votação do Orçamento deve ser ratificado pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que não participou da reunião com Ideli. Mais cedo, no entanto, ele reconheceu a dificuldade de votar a peça orçamentária e disse que um dos prováveis caminhos seria aguardar a manifestação do Judiciário sobre os vetos.

O adiamento da votação do Orçamento, até que o STF decida sobre a forma de analisar os vetos, vinha sendo defendida pelo Palácio do Planalto, que temia que a eventual derrubada de alguns vetos gerasse um rombo nas contas públicas e insegurança jurídica.

O impasse em torno da análise dos vetos e da votação do Orçamento começou no ano passado, após decisão do ministro Luiz Fux, do STF, que determinou que os vetos devem ser analisados por ordem de chegada ao Legislativo.

A liminar impediu a análise do veto da presidente Dilma Rousseff a uma nova fórmula de divisão de royalties do petróleo, desejada por parlamentares de Estados não produtores da commodity.

Deputados e senadores, principalmente da oposição, interpretaram a liminar como um impedimento à análise do Orçamento, que deveria ter sido votado no fim do ano passado.

No início do mês, Fux enviou notificação ao Congresso esclarecendo que não havia impedimentos jurídicos para a votação do Orçamento. Ainda assim, o impasse persistiu e o Planalto avaliou ser mais seguro aguardar um pronunciamento oficial do plenário do STF.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE91H07720130219

Negociação coletiva dos servidores públicos

 
Vinicius da Silva Cerqueira* Jornal do Brasil  16/02 às 06h00
 

As negociações coletivas apresentam-se como saudáveis mecanismos de democratização das relações de trabalho, traduzindo-se como o método mais adequado para resolver os conflitos laborais. No Brasil, a despeito dos resquícios corporativistas legais que negam a liberdade sindical, o direito de contratar coletivamente as condições de trabalho é assegurado aos empregados da iniciativa privada. Os servidores públicos carecem de marco regulatório jurídico que lhes assegure o pleno exercício da organização sindical, conforme preceitua a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil em 15 de junho de 2010.
Esse vácuo legislativo não impediu a existência e ação dos sindicatos dos servidores públicos nas esferas federal, estadual e municipal, haja vista as centenas de entidades sindicais ativas no país. Contudo, impede-lhes a atuação sindical plena, e suas mobilizações concentram-se em pautas salariais, impedidos que são de negociar suas condições de trabalho em sua plenitude.
Nesse ínterim, é alvissareiro o Projeto de Lei 4.532/12 que tramita na Câmara dos Deputados. O projeto contempla a livre associação sindical dos servidores de forma autônoma e protegida contra ingerências dos poderes públicos; a negociação coletiva permanente como forma de explicitação e solução dos conflitos, regulamentação das condições de trabalho e melhoria da oferta dos serviços públicos; e o direito de greve a ser exercido autônoma e responsavelmente, resguardando a oferta de serviços inadiáveis à comunidade.
Um projeto de tal magnitude deverá ser amplamente debatido pelo Parlamento, governo, sindicatos e pela sociedade, por causa dos diversos interesses envolvidos. Reajustes salariais de servidores devem constar na lei orçamentária das três instâncias e, assim como o regime jurídico, ser aprovados pelas instâncias parlamentares. Além disso, o salário dos servidores é oriundo dos tributos arrecadados, o que envolve todos os cidadãos no debate.
Por serem assalariados pelo Estado, os servidores públicos não se enquadram no regime da CLT, sendo regidos por normas de Direito Administrativo. Porém, são trabalhadores, e a Constituição federal valoriza o trabalho humano em todas as suas formas, motivo pelo qual o Supremo Tribunal Federal (STF) assegurou-lhes o direito de greve, tal como previsto pela Lei 7.783/89, enquanto o Congresso não aprovar lei específica.
Existem pontos polêmicos e que certamente despertarão debates acalorados como a representatividade sindical, a greve das forças policiais, condicionada à entrega das armas, e a autorregulação da oferta dos serviços essenciais, reivindicação histórica dos sindicatos. O projeto de lei é deveras avançado e moderno, consentâneo com as melhores práticas de liberdade sindical em acordo com a OIT.
* Vinicius da Silva Cerqueira é advogado da área trabalhista. - vinicius.cerqueira@peixotoecury.com.br
 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Reforma ministerial fica para março, diz a Reuters



A repórter Ana Flor informar que a reforma ministerial ficará para o próximo mês, embora sejam planejadas desde as eleições municipais de outubro.


Como acontece após as eleições, a Presidente deseja reacomodar a base aliada nos dois anos restantes de seu mandato e. principalmente, confirmar apoios para a campanha para reeleição no próximo ano.

Existem fortes motivos para que a Presidente aguarde algumas semanas: ela espera a pacificação do PMDB na Câmara, dividido depois das disputas para a presidência da Casa e liderança do partido; quer aguardar a entrada oficial do PSD na base aliada e avançar nas negociações com lideranças descontentes do PR e PDT apartadas do governo desde a "faxina" ministerial de 201 segundo fontes próximas do Planalto.

A repórter faz uma acurada análise das dificuldades que a tarefa impõe a Presidente no sentido de acomodar todos os interesses, conciliando as divergências e antagonismos, como a atuação do PDT que vem reclamando intensamente "sobre as dificuldades de relação com Brizola Neto, inclusive a tentativa de trocar o líder do partido na Câmara".

Clique aqui e leia a íntegra da reportagem.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Esta noite não fui. . .

Devido ao temporal que desabou sobre São Paulo foi impossível ir até a Faculdade para a aula. . . 

Nos links algumas notícias sobre o estado em que ficou alguns pontos da cidade. Aeroporto de Congonhas ficou fechado por mais de 1 hora.

A chuva desta tarde foi equivalente a 12% da média prevista para o mês de fevereiro em toda a cidade; já na região da subprefeitura de Pinheiros a chuva atingiu 100 mm, ou seja, 46% do previsto que é de 217 mm.

Ou seja, muita água caiu em muito pouco tempo em uma pequena região.

Um caos.

Clique e leia a reportagem Foto Fabio Braga/Folhapress

Marginal Pinheiros alagada (Foto: G1)

Veja aqui os pontos de alagamento identificados pelo Centro de Gerenciamento de Emergências - CGE: foram 60, vários intransitáveis.

Votação do Orçamento 2013 pode atrasar reajuste dos servidores

Os repórteres Marcos Chagas e Karine Melo da Agência Brasil assinam reportagem em que afirmam que  deputados e senadores têm o desafio de votar o Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2013 (Ploa 2013).
Segundo a reportagem, "a oposição já descartou a possibilidade de acordo para aprovar o Orçamento da União em votação simbólica. “O governo que mobilize a sua base na Câmara e no Senado para aprovar [o projeto]”, disse o vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR)".


Já o relator-geral da proposta orçamentária, senador Romero Jucá (PMDB-RR) diz que não há nada que impeça a votação na semana que vem. Segundo ele, os impasses sobre questões como reajuste dos servidores públicos ativos e inativos e a dúvida jurídica sobre a votação do Orçamento antes da análise dos mais de 3 mil vetos pelo Congresso já foram resolvidos.
A íntegra está disponível, clicando aqui.

Será? Essa era a afirmação antes do dia 05/fevereiro, data em que o Orçamento seria votado, pelo menos é o que garantia o relator.

Vetos podem adiar votação do Orçamento

Em entrevista à Agência Senado nesta quarta-feira (13), o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) afirmou que a votação do Orçamento, marcada para o próximo dia 19, só deveria acontecer após uma decisão do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre o rito de votação dos vetos presidenciais.
Continuando a reportagem diz que "o senador afirmou já ter expressado essa opinião ao relator da proposta orçamentária, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e ao líder do seu partido, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Entretanto, apesar de cobrar uma definição sobre a votação dos vetos antes do dia 19, o senador disse que seguirá a orientação do PSDB.
O Senador disse que uma decisão sobre os vetos presidenciais é necessária, já que é uma pendência de décadas: "Precisamos apreciar os mais de 3 mil vetos que há décadas estão contingenciados, sem terem sido apreciados em sessão do Congresso, como diz o regimento. Nosso trabalho legislativo só se encerra após a apreciação do veto – defendeu."
Flexa Ribeiro (PSDB-PA), disse que não tem uma fórmula definida, mas defendeu a eficácia na apreciação, seja com a formação de comissão ou em bloco e afirmou: "A gente tem que ter um rito que defina de forma eficaz a apreciação. Se vamos derrubar ou não determinado veto, é uma questão do Congresso, que tem que ser enfrentada por todos".
A íntegra da reportagem está disponível no link.

Pontífice denuncia 'hipocrisia religiosa' e as 'aparências' na Igreja

O Papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira (13), durante a homilia da Missa de Quarta de Cinzas, que a Igreja "está desfigurada" pela "divisões em seu corpo eclesiástico".
O pontífice rezou a aguardada Missa de Cinzas sob grande expectativa, dois dias após o anúncio de que vai renunciar ao pontificado no próximo dia 28 de fevereiro.
O Papa entrou na catedral com uma casula violeta, sobre um carrinho com rodas e com semblante cansado, enquanto cardeais e bispos cantavam o "Ora pro Nobis" (Orai por nós).

O Papa Bento XVI é acompanhado durante a Missa de Quarta de Cinzas, no Vaticano
(Foto: Reuters)
 
Uma multidão deu uma estrondosa ovação de pé ao Papa antes da missa.
"Obrigado a vocês. Agora, vamos voltar às orações", disse o Papa, acabando com vários minutos de aplauso.

link levará a interessante página do G1 sobre a renúncia do Papa.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bebê sobrevive após ter corpo 'congelado' por quatro dias

Médicos britânicos conseguiram salvar a vida de um recém-nascido resfriando seu corpo por quatro dias.

Edward Ives nasceu com apenas 5% de chance de sobrevivência em função de uma taquicardia supraventricular, distúrbio que fazia seu coração bater duas vezes mais rápido que o normal.
Edward Ives com os pais (Foto: Caters)
Sua mãe, Claire Ives, de 29 anos, que tem outros dois filhos, descobriu o problema em exames no final da gravidez.

clique aqui e leia íntegra da reportagem que conta esse "milagre".

Câncer de pulmão será campeão em número de mortes de mulheres na UE

O câncer de pulmão vai ultrapassar, até o ano 2015, o câncer de mama como a principal causa de mortes por tumor entre as mulheres europeias, segundo um estudo italiano recém-divulgado.


A equipe liderada pelo professor Carlo La Vecchia publicou pesquisa na revista especializada "Anais da Oncologia" em que identicou o aumento de mortes de mulheres; tal resultado seria reflexo do crescimento no número de mulheres que começaram a fumar nos anos 1960 e 1970.

Clique aqui e leia a reportagem publicada pela BBC.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

FGV oferece curso online gratuíto sobre orçamento

A Fundação Getúlio Vargas, através do Portal FGV Online, oferece curso que visa proporcionar conhecimentos necessários para que as pessoas sejam capazes de planejar sua vida financeira e organizar o orçamento familiar.
Segundo a Instituição, o curso organizado pelo Professor Fabio Gallo Garcia, Doutor em Finanças pela EAESP-FGV e Doutorando em Filosofia pela PUC-SP, oferece ferramentas para que o aluno, ao final do curso, esteja apto para planejar a vida financeira e organizar o orçamento individual e familiar.

Aspecto que deve ser ressaltado é a promessa de que o curso permita que o aluno aprenda a organizar a sua vida financeira, mesmo em casos de endividamento.
O curso, patrocinado pela Icatu Seguros, é resultado de parceria da FGV com o OpenCourseWare Consortium (OCWC), consórcio de instituições de ensino de diversas nações, que disponibiliza uma série de cursos gratuitos pela internet.

Para acessar a página do curso e conhecer um pouco mais, clique aqui

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Ministro diz que documentos sobre Paiva são 'reveladores'

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que considerou "absolutamente reveladores" os novos documentos obtidos pela Comissão Nacional da Verdade, que esclareceram as circunstâncias da prisão do ex-deputado Rubens Paiva.
Ministro José Eduardo Cardozo
Já o  coordenador da comissão, Cláudio Fonteles, é possível afirmar "categoricamente" que Paiva foi morto nas instalações do DOI-Codi em janeiro de 1971.
No final do ano passado, a comissão recebeu papéis encontrados na casa do coronel reformado do Exército Júlio Miguel Molinas Dias, assassinado em novembro de 2012 quando chegava em casa, em Porto Alegre.
Segundo Fonteles, Rubens Paiva foi morto sob tortura por três agentes do Exército nos porões do DOI-Codi. Um já estaria morto e outros dois devem ser convocados para depor.
A reportagem foi publicada no portal Diário do Grande ABC.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Vítimas de abusos sexuais são humilhadas

As crianças vítimas de abusos sexuais na Índia são frequentemente humilhadas pela polícia e maltratadas pelos médicos quando tomam coragem de dizer o que sofreram, denunciou nesta quinta-feira a organização Human Right Watch (HRW).

foto NOAH SEELAM/AFP, disponível no link.

Em um relatório intitulado "Romper o silêncio", a HRW pede que as autoridades indianas tratem com mais atenção os menos vítimas de violência.
A reportagem relata que "Entre os mais de uma centena de entrevistados, a HRW cita o caso da mão de uma menina de três anos que sofreu de sérias dores depois de ter sido examinada por médicos após uma suposta agressão sexual."
Para ler a reportagem no Portal Terra, clique aqui.

Ciclo de Gestão e Núcleo Financeiro se preparam


Nesta quarta-feira estiveram reunidas as entidades que compõe o conjunto das carreitas típicas de Estado responsáveis pela Gestão e pelas Finanças, tais como a Assecor, Unacon, Aace, Anespe, SINAL, SindCVM e SindSusep para discutir os próximos passos e atividades a serem desenvolvidos.
Foram relatadas as atividades do Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais, especialmente os debates sobre a regulamentação da Convenção 151.
Também foi objeto da reunião, o lançamento público da Campanha Salarial Unificada 2013 marcado para os dias 19 e 20 próximos, tendo sido consenso em participar desses movimentos.
Os participantes definiram o entendimento comum de que a antecipação da tabela 2015 para janeiro de 2014 é de interesse todos os servidores federais que assinaram acordo (mais de 97%), e poderá ser o mote da campanha salarial conjunta no ano de 2.013.

Houve manifestações no sentido de dedicar o primeiro semestre para o diálogo, mas todos entenderam ser este o momento de empreender um esforço salarial, face aos prazos orçamentários.
A decisão de consenso foi de conduzir a Campanha 2013 de duas formas, sendo  propositiva, sem deixar de lado o aspecto reivindicatório.



Foi objeto da reunião o evento organizado pelo Mosap para o dia 20/março, no Auditório Nereu Ramos com vistas a aprovação da PEC 555/06, que será apoiado pelas entidades haja vista a importância e a justiça de que se reveste a proposta de emenda constitucional que visa eliminar, gradativamente, a contribuição previdenciárias dos aposentados.
No próximo dia 20/fevereiro está prevista uma nova reunião das entidades.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O repórter riu por último

Elio Gaspari escreveu coluna conduzindo os leitores em direção à verdade!
Escreveu que "a História, essa trapaceira, fez mais uma. Foi-se o repórter Fritz Utzeri que, em outubro de 1978 publicou, junto com Heraldo Dias, uma reportagem de três páginas no caderno especial do "Jornal do Brasil" intitulada "Quem matou Rubens Paiva?"."
Continuando escreveu "Enquanto houver um comandante militar dizendo que "sempre respeitamos os direitos humanos", esse deslizamento será inevitável".
Finaliza seu texto, dizendo que "seguindo-se semelhante doutrina cria-se uma situação na qual primeiro torturaram-se os presos e, depois, torturam-se os torturadores para preservar os mandantes".
Mesmo diante dos horrores provocadas pela ditadura, ainda encontramos quem sinta saudades dela. Decerto ainda não sabem. . .
Para ler a íntegra do texto, clique aqui e aqui para saber quem foi Rubens Paiva.
Neste link, reportagem sobre a decisão da comissão da Verdade em convocar os militares para depor sobre o ocorrido nas dependências do DOI-Codi no Rio de Janeiro em janeiro de 1971.
E aqui, em pdf, a reportagem original que denunciou, pela primeira vez, o assassinato.

SINAL continua atuando no Congresso

Os Diretores Iso Sendacz e José Ricardo continuam trabalhando, desta feita, no Senado visando acelerar os projetos de interesse dos servidores do Banco Central.
Após prestar singela e merecida homenagem a Senadora Ana Amélia (PP-RS), os Diretores se reuniram com a Prof. Ionara, assessora especializada em Orçamento, que garantiu que o relatório do Senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) está pronto; entretanto, é necessário aguardar as emendas que podem ser apresentadas durante semana.
Ainda foram informados que o PL 55/2012 poderá ser levado ao plenário do Congresso, sem passar por votação na Comissão Mista de Orçamento; acrescentou ainda a Prof. Ionara que o acordo é, até o momento, aprovar o PL antes da aprovação do Lei Orçamento Anual - LOA, para que o reajuste concedido em dezembro aos servidores do Banco Central já esteja contemplado na referida LOA.
Já o PL 4904/2012 que trata dos reajustes e contém as tabelas, deverá tramitar na Câmara e, na sequencia, ser encaminhado para apreciação no Senado.

"Tropeços" precisam ser corrigidos, diz Delfim Netto

O economista Antonio Delfim Netto ainda mantém seu aval a Dilma Rousseff, entretanto passou a criticar o que classifica algumas ações governo, como o modelo de concessões à iniciativa privada que fixa rentabilidade do investidor. O ex-ministro diz que isso leva o mercado a responder "com a porcaria que cabe em sua taxa de retorno".
Delfim Netto afirma que o Governo, ao fazer o "truque fiscal" para cumprir a meta de superavit primário gerou um efeito de catastrofismo, passou a impressão de "não sabe o que está fazendo".
A atuação do Banco Central visando apreciar o real e os incentivos do governo à formação de oligopólios também merecem reparos do entrevistado.
Os pontos merecedores de elogio, segundo o economista, é a continuação da política de redistribuição de renda pelo governo Dilma, que, para ele, vai na direção certa, mas alerta: "é preciso fazer algumas correções".
Para ler a íntegra de entrevista concedida a Folha de São Paulo, clique aqui.

O passado - breve análise
O economista e ex-ministro Delfim Netto é muito criticado por sua atuação quando esteve à frente de Ministérios nos governos militares, quando criou a famosa frase: "É preciso fazer o bolo crescer pada depois dividir". Em que pese seu apoio aos militares e as manobras que engendrou para inflar números e criar a falsa impresasão do "milagre brasileiro" - uma fase de crescimento sem consistência - é preciso perceber que as posições hoje defendidas pelo emérito professor da USP devem ser consideradas, pois a experiência, a clareza e a direção correta de suas análises contribuem para a compreensão do atual momento econômico e, porque não, político.
Ouví-lo ou ler o que escreve é sempre uma aula.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Nos EUA, Lula diz que Dilma precisa ouvir os sindicatos


"O presidente Obama têm de ouvir vocês, a Dilma tem de ouvir os sindicatos, e os argentinos...", disse Lula.

Fonte: Lula durante a conferência da UAW, nos EUA (Foto: Ricardo Stuckert/IL)

A repórter Luciana Coelho da Folha de São Paulo que Lula recomendou que os governos, incluindo o da petista, precisam ouvir os sindicatos em seu discurso na conferência anual da UAW, a maior central sindical do setor automotivo nos EUA.
A íntegra a reportagem está disponível aqui.

Lula também falou sobre as práticas antissindicais que algumas empresas estão praticando nos Estados Unidos.
“Como se pode falar em democracia e em liberdade se não há liberdade de o trabalhador e organizar?”
Para ler a reportagem de Paulo Donizetti no site da Rede Brasil Atual na íntegra, clique aqui.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Casas de parto

A Agência Brasil publica uma série especial para mostrar o atendimento às gestantes que dispensam intervenções médicas ou cirúrgicas e buscam alternativas para dar à luz de maneira mais natural.
As casas de parte visam dar atendimento às mães que procuram um parto humanizado.



Essas entidades, mantidas pelo Governo ou por Organizações não governamentais conta com a disposição da equipe, mas falta apoio dos médicos e de política clara.

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Manifestação na Avenida Paulista pede acesso de doulas a salas de parto


A repórter Fernanda Cruz da Agência Brasil, publicou no site da Agência que "uma manifestação reuniu na tarde de hoje (3) cerca de mil gestantes, mães e doulas na Avenida Paulista. A marcha promovida pelo Movimento de Humanização do Parto pediu a liberação da presença das doulas (acompanhantes treinadas para oferecer à gestante suporte físico e psicológico durante o parto) nas maternidades, sem que essas profissionais precisem ocupar a única vaga de acompanhante, normalmente preenchida pelo pai do bebê".
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