domingo, 11 de outubro de 2009

Whistler, Seattle. . .

Há muito não conto as novidades! O tempo tem sido utilizado para estudar e, nos finais de semana, para conhecer os principais pontos turísticos de Vancouver. Diante disso, acabei priorizando a divulgação das fotos no Picasa (clique aqui)
Desde de 21/set, visitei alguns lugares encantadores, como Whistler, Deep Cove, Granville Island, Seattle, Chinatown e Downtown.
Final de tarde, um lugar pequeno, lindíssimo: Deep Cove. Interessante que não é muito longe de onde estou morando. Um lugar aprazível, especial, onde é possível passear de caiaque, além de caminhar e apreciar a beleza simples do lugar. Coloquei algumas fotos no álbum no Picasa, como fiz com as fotos dos lugares que visitei.
A visita a Whistler é obrigatória! Vir a Vancouver e não subir as montanhas geladas da principal estação de esqui de Bristish Columbia é imperdoável. Além das belíssimas construções, a paisagem é das mais bonitas. É possível fazer algum paralelo com Campos de Jordão, mas aqui é bem diferente. A cidade é menor e as montanhas dão o clima. Tudo converge para elas. Mesmo sem a neve, é possível observar as pistas de esqui tão famosas por aqui e frequentatíssimas no inverno! Neste outono, um grande número de jovens alugam bicicletas para subir as montanhas com as gôndolas e descê-las curtindo a emoção montanha abaixo. . . fazer bicicross me pareceu uma experiência muito interessante, mas não tive tempo e nem coragem.
Também visitei, aqui em Vancouver, Granville Island. Local muito frequentado com inúmeras atrações e, logicamente, uma vista deslumbrante de parte da cidade. Entre as atrações, músicos, concursos, mágicos, o mercado com suas cores e aromas, restaurantes, pescadores.
Em uma atividade da escola, estive em Chinatown: algumas quadras dominadas pelo comércio chinês, inclusive com jardim típico. Aqui também o forte são as cores, predominante o vermelho, e o aroma das lojas que vendem de tudo, literalmente.
Downtown: o grande destaque é a Biblioteca Pública. A construção é moderníssima e as instalações muito concorridas. O silêncio no seu interior interior é quase uma reverência! A foto da capa do álbum “Robson Street” é da Biblioteca.
No último final de semana estive em Seattle, minha primeira visita aos Estados Unidos. Engraçado que nunca manifestara maior interesse em conhecer, mas estando tão perto. . . Ver a cidade lá de cima do Space Needle é demais. O frio impera, apesar do sol. O vento afugenta e muitas pessoas preferem olhar a cidade da parte interna da torre, através das grandes vidraças. Visitei o primeiro Starbuck, quase em frente ao Mercado Público. Este, um espaço multicolorido, também com formas, aromas e um clima intenso pela quantidade de pessoas que percorrem os corredores.
O ponto alto foi a visita à fábrica da Boeing! É possível registrar apenas o Centro denominado "Futuro da Aviação", onde pode se ver partes e peças de aviões. Também é possível comparar a cabine de comando do antigo avião 707, com suas centenas de botões com a cabine do novo avião, o 787, em fase de construção: a diferença é fenomenal. O tour pela fábrica, que é de 1h30min, começa pela linha de montagem do 747, aquele enorme jumbo com dois níveis que é um sucesso na aviação. Em seguida, percorre-se a linha de montagem do 777, que nas suas diferentes versões é muito utilizado, inclusive pela Gol, com seus 777-300. A linha de montagem do 787, o novo avião, chama atenção pela quantidade de pessoas trabalhando, embora um domingo e a fábrica fechada. Em uma ilha, com dezenas de computadores, as pessoas trabalhavam sem dar atenção ao movimento dos visitantes. O avião posicionado na parte final de montagem entrará em fase de testes até o final deste ano, segundo informações do guia.
Neste último final de semana em Vancouver, revisitarei os pontos mais interessantes, inclusive o Stanley Park, onde vou visitar o Aquarium. . .

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