terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Algo estranho

Naquela quinta-feira, um sentimento estranho me acompanhou durante parte do dia e, ao chegar em casa, essa sensação foi incomodando cada vez mais.

Interessante que não havia percebido nada de diferente, ou seja, apenas aquela sensação que incomodava e nada mais. De repente, um desejo de ligar, falar com a Aviomar (minha irmã) para saber do estado de saúde de meu pai.

As notícias não foram nada animadoras, ao contrário: o médico que acompanhava o Seu Natal disse que a situaçao estava insustentável e que, provavelmente, aquela seria a noite derradeira.

Já sabendo que a situação era difícil preparei-me para pior e viajei imediatamente para Presidente Prudente. Como eu já havia pesquisado, sabia que a GOL tinha um vôo à noite prá lá. Então corri para o aeroporto e parti para econtrar-me com meu Pai: queria vê-lo ainda vivo e, mais que isso, estar com ele no momento de sua partida.

Quando cheguei ao hospital eu estava sereno, mas sabendo o que me esperava naquela noite: saí de São Paulo com uma idéia e uma missão!

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