Já tendo saído do hospital, tem o acompanhamento de duas pessoas que o ajudam, pois meu pai não consegue ficar parado, sentado ou em pé; sempre quer se movimentar e, com poucas forças, depende muito de auxílio; também é necessário ajudá-lo a alimentar-se, pois sua coordenação está muito prejudicada devido ao Mal de Parkinson.
O importante, no momento, é que ele está sendo cuidado e a Aviomar, minha irmã, tem dispensado todos os cuidados necessários.
Breve irei vê-lo, gosto muito de estar com ele.
Estar presente enquanto é possível, é o que podemos fazer; depois da viagem de nada adiantará os lamentos, ficará apenas o vazio e a tristeza, que o tempo dará alguma forma de cura.
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